Pensão por morte · Atendimento on-line

Orientação e acompanhamento jurídico para a pensão por morte.

Se você perdeu um familiar e precisa entender como pedir a pensão por morte — ou recebeu uma resposta negativa do INSS —, podemos orientar. Você recebe orientação para organizar os documentos e entender os próximos passos, com atenção ao momento da sua família.

Sabemos que este é um momento difícil. A conversa começa por onde você conseguir contar, e a lista de documentos vem depois, com calma.

Fernando Kerber, advogado
Luciana Marques, advogada

Fernando KerberOAB/RS 141.267

Luciana MarquesOAB/RS 140.983

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Quando procurar o escritório

Estas são as dúvidas mais comuns de quem procura o escritório depois do falecimento de um familiar.

Você precisa pedir a pensão e não sabe quais documentos são necessários nem por onde começar.

O pedido foi negado por falta de comprovação do vínculo de dependência.

Vocês viviam em união estável, sem casamento formal, e o INSS não reconheceu a relação.

Há dúvida sobre quem pode receber o benefício e como ele é dividido entre os dependentes.

O pedido precisa ser feito em nome de um filho menor de idade ou de uma pessoa que não pode responder por si.

A pensão já era recebida e foi suspensa ou cessada, e a família não entendeu o motivo.

Cada família tem uma situação própria, e o direito à pensão depende de pontos que precisam ser verificados nos documentos.

Reconheceu a sua situação? Conte o que está acontecendo e nós orientamos os próximos passos.

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Quem somos

Conheça os advogados que vão acompanhar seu caso

Quem conversa com você é quem cuida do seu caso.

Fernando Kerber, advogado

Fernando Kerber

OAB/RS 141.267

“Informação clara é o que dá segurança a quem precisa decidir sobre o próprio futuro.”

Fernando Kerber é advogado, especialista em Direito Previdenciário. Antes da advocacia, foi servidor público por muitos anos, experiência que lhe deu amplo conhecimento sobre benefícios sociais. Hoje atua principalmente com aposentadorias e pensões por morte.

FormaçãoGraduação em Direito — UNICNEC (2018)
Pós-graduação em Direito Previdenciário — Legale (2020)

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Luciana Marques, advogada

Luciana Marques

OAB/RS 140.983

“Todo pedido começa por ouvir com atenção a história de quem precisa do benefício.”

Luciana Marques é advogada, especialista em Direito Previdenciário, com mais de 10 anos de atuação na área. Antes da advocacia, estagiou no Ministério Público e no Tribunal de Justiça. Hoje atua principalmente com BPC/LOAS e auxílio-acidente.

FormaçãoGraduação em Direito — UNICNEC (2019)
Pós-graduação em Direito Previdenciário — Legale (2020)

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Entendendo o benefício

O que é a pensão por morte

A pensão por morte é o benefício pago aos dependentes de uma pessoa segurada do INSS que faleceu. A finalidade é substituir parte da renda que a família perdeu.

A análise envolve dois pontos centrais: a situação do falecido junto ao INSS na data do óbito e a comprovação de quem eram os seus dependentes. Quando existe casamento ou filhos menores, a documentação é mais direta; em uniões estáveis, a comprovação exige mais cuidado.

A duração e a divisão do benefício variam conforme o tipo de dependente e outras circunstâncias previstas na legislação. A data em que o pedido é apresentado também pode influenciar o início do pagamento — por isso é útil se informar sem demora, mesmo que a documentação ainda não esteja completa.

O que precisa ser avaliado

  • A situação do falecido junto ao INSS na data do óbito, incluindo contribuições e eventual benefício em curso.
  • Quem são os dependentes e qual o vínculo de cada um com o falecido.
  • A documentação da relação: certidão de óbito, certidão de casamento, documentos dos filhos e provas de união estável.
  • A data do requerimento e o que já foi informado ao INSS.
  • O motivo apontado na negativa, na suspensão ou na cessação, quando houver.
Nossa atuação

Como o escritório pode atuar

A atuação começa pela documentação e segue conforme a resposta do INSS — sempre com explicação do que está acontecendo em cada etapa.

01

Levantamento dos documentos

Verificamos o que a família já tem e indicamos o que falta, com orientação sobre onde obter cada documento.

02

Comprovação da dependência

Nos casos de união estável ou dependência não automática, orientamos sobre as formas de comprovação aceitas no processo.

03

Orientação sobre o pedido

Explicamos como o requerimento é apresentado ao INSS e o que é analisado, inclusive quando há mais de um dependente.

04

Negativa e acompanhamento

Se houver recusa, suspensão ou cessação, avaliamos o fundamento e acompanhamos o recurso ou a ação, quando for o caminho adequado.

Nem todo caso exige ação judicial. Quando a documentação é suficiente, o pedido administrativo bem instruído costuma ser o caminho mais direto.

Como funciona

Do primeiro contato à contratação

Todo o atendimento é on-line, por conversa direta com os advogados.

01

Primeiro contato

Você escreve pelo WhatsApp e conta o essencial: quem faleceu, qual era a sua relação com a pessoa e se já houve pedido ao INSS.

02

Informações e documentos

Indicamos os documentos necessários, um a um, e explicamos onde encontrá-los. Não é preciso ter tudo em mãos para conversar.

03

Entendimento inicial do caso

Avaliamos a documentação e a situação do falecido junto ao INSS e explicamos os caminhos possíveis.

04

Contratação e acompanhamento

Se a família decidir seguir, formalizamos a contratação por escrito e acompanhamos o pedido ou a discussão da negativa.

O atendimento jurídico é on-line, mas alguns procedimentos podem exigir a sua presença, como a perícia médica do INSS.

Por onde começar

Conte a sua situação. Nós explicamos os caminhos.

Duas perguntas rápidas e a mensagem do WhatsApp já sai escrita — você só completa com o que quiser. Sem formulário e sem compromisso.

Pergunta 1 de 2

As respostas não são enviadas nem guardadas pelo site: servem só para montar a mensagem.

Dúvidas frequentes

Dúvidas sobre pensão por morte

Quem pode receber a pensão por morte?

A legislação define quem são os dependentes — em geral cônjuge ou companheiro, filhos dentro das condições previstas e, em situações específicas, outros familiares. Quem se enquadra em cada caso depende dos documentos e da situação familiar.

Vivíamos juntos, mas não éramos casados. Tenho direito?

A união estável pode ser reconhecida, desde que comprovada. Existem várias formas de demonstrar a convivência, e é justamente esse ponto que costuma exigir mais atenção no processo.

A pensão é para sempre?

Não necessariamente. A duração varia conforme o tipo de dependente e outras circunstâncias previstas em lei. Explicamos como isso se aplica à situação da sua família depois de analisar os documentos.

O pedido foi negado por falta de comprovação. Ainda dá para fazer algo?

Em muitos casos, sim. Analisamos o motivo da negativa e verificamos se há documentos ou provas que possam ser apresentados em recurso ou em ação judicial.

Meu filho é menor de idade. Como funciona?

O pedido é feito pelo responsável legal, em nome da criança ou do adolescente. Orientamos sobre a documentação necessária e sobre como a divisão entre dependentes é tratada.

Existe prazo para pedir?

O benefício pode ser requerido depois do óbito, mas a data do pedido pode influenciar o período de pagamento reconhecido. Por isso é melhor se informar cedo, mesmo sem toda a documentação pronta.

Contato

Precisa de orientação neste momento?

Escreva para o escritório quando se sentir em condições. Explicamos como funciona o atendimento e quais documentos são necessários, com calma.

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